At 9:51 AM,
poema
Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto tão perto tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura
Em todas as ruas te encontro
Em todas as ruas te perco
Mário Cesariny
Gosto do grão, Eduardo,gosto da sépia, do silêncio, do deserto humano e das estações deste país que abandonamos a cada minuto que passa. Seremos outros certamente,com pose e música cantada em inglês, não é melhor nem pior, é apenas o retrato cru deste tempo que nos calhou viver!
Catri
At 2:35 PM,











Bravo!
Fez-se justiça.
É permitido saber a localização de tão auspicioso apeadeiro, erguido num tempo em que o comboio se preocupava em integrar a paisagem que esventrava?
Apanhar uma unidade tripla eléctrica laminada (dessas que vieram esprair-se para os campos do mondego a título de reforma), em Março de 2006, foi um achado caro Scott Minto!!!