mãe-d'água #13.
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© Eduardo Brito / Vimágua.

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mãe-d'água #12.
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Chafariz do Toural (actualmente no Jardim do Carmo).
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mãe-d'água #11.
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Fonte dos Apóstolos, Campo da Feira.
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mãe-d'água #10.
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Mãe-d'Água da Rua da Arcela.
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mãe-d'água #9.
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Tanque de Santa Rosa do Lima (actualmente no Convento das Dominicas).
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mãe-d'água #8.
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Chafariz de Santo António dos Capuchos.
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mãe-d'água #7.
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Chafariz do Toural (actualmente no Jardim do Carmo).
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mãe-d'água #6.
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Bica do Paço dos Duques.
© Eduardo Brito / Vimágua.



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mãe-d'água #5.
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Rio Selho.
© Eduardo Brito / Vimágua.



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mãe-d'água #4.
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Fonte Santa.
© Eduardo Brito / Vimágua.



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mãe-d'água #3.
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Reservatório de Mesão Frio. (não publicada)
© Eduardo Brito / Vimágua.



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mãe-d'água #2.
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Chafariz do Campo da Feira.
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mãe-d'água #1.
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(não publicada)

Mãe-d'Água - Centenário do Abastecimento Público de Guimarães. Edição: Vimágua, 2007.

Fotografias: © Eduardo Brito / Vimágua.

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hukommelse av arktos / memory of arktos: a história de um livro de histórias.

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por Kjell-Henrik Halvard.
(tradução da nota introdutória de Memory Of Arktos, Ed. Eutron Books, Ltd, 2007.)

A história das edições de Memória de Arktos conta-se em três momentos: o primeiro acontece a dezanove de Novembro de 1951 quando, na sede da editora Aschehoug, em Oslo, é entregue uma encomenda proveniente da minúscula cidade canadiana de Ivujivik. Lá dentro está um livro, dactilografado, assinado por um tal de Tryggve Thorstvedt. (...) O editor-chefe, Hans Pettersen, lê o livro mas decide não o publicar. Para além do nome constante da capa, não há mais qualquer elemento identificativo deste estranho e desconhecido autor. Memória de Arktos é posta na prateleira e ali fica, esquecida e deixada ao envelhecimento.
Momento segundo: vinte e dois anos depois de ter chegado à editora Aschehoug, o Memória de Arktos é descoberta por Åse Pettersen, filha de Hans Pettersen e sua sucessora na direcção da editora. Fascinada com o que lera, decide fazer uma edição de mil exemplares, incluindo-a numa modesta colecção de viagens. Memória de Arktós torna-se num livro de culto, primeiro, e num livro perdido, rara preciosidade, depois. (...) Nunca mais foi reeditado até a Eutron Books apresentar esta edição em língua inglesa: eis-nos, por fim, no terceiro momento da história de Memória de Arktos.
(...)
Duas são as abordagens que o leitor pode fazer a Memória de Arktos, único livro de Tryggve Thorstvedt: por um lado, pode partir para a sua leitura para tentar conhecer o autor e a sua vida. Por outro, pode deixar-se transportar pelo encantamento das histórias contadas por Thorstvedt. Memória de Arktos é um livro de viagens, de explorações e de história das viagens e das explorações do Círculo Polar Árctico. (...) Thorstvedt faz da História do Homem no Círculo a história dos seus dez anos de viagem, anotando impressões, descrevendo paisagens, retratando gentes e costumes, visitando pontos essenciais da história dos Homens na terra do silêncio. E fá-lo com uma escrita cuidada e cristalina, quase espiritual. É, ao fim e ao cabo, a memória de uma longa peregrinação.
 
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tryggve thorstved: o esboço de uma biografia.

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Tryggve Thorstvedt.

Sabe-se muito pouco sobre a vida de Tryggve Thorstvedt. E ao que se sabe apenas se chega por dois caminhos: lendo o seu único livro, Memória de Arktos, e consultando os registos da Estação Metereológica da ilha de Jan Mayen, onde chegou em 1948 e de onde desapareceu em Fevereiro de 1950. Apenas nestas duas fontes se podem encontrar factos. Tudo o resto fará parte da mais pura especulação. (...)

Ao folhearmos, então, Memória de Arktos, podemos encontrar alguns traços da vida de Tryggve Thorstvedt. Ficamos a saber que nasceu a 12 de Março de 1916, na cidade de Mehamn, na costa norte da Noruega, e que, a partir de 1937 e durante pouco mais de dez anos viajou por quase todo o Círculo Polar Árctico. Basta seguir os capítulos do seu livro para compreender que a rota de Thorstvedt atravessou todo o Círculo e para ir conhecendo, assim, o percurso e episódios da vida do viajante.

Se olharmos a escassa documentação existente sobre a Estação Meteorológica da ilha de Jan Mayen, encontramos, em 1948, Tryggve Thorstvedt como cozinheiro. Dos registos de diários de colegas, ficamos a saber que Thorstvedt é tido como um companheiro prestável, mas silencioso. Passa todo o tempo livre a escrever. No ano seguinte, ali permanece mais uma temporada, desta feita com as funções de capataz. (...)

Contudo, no Verão de 1950, Thorstvedt desaparece da Estação. Cerca de um ano mais tarde, a editora norueguesa Aschehoug recebe uma encomenda expedida de Ivujivik, no Canadá. Lá dentro está um livro, com o título de Memória de Arktos, dactilografado em seiscentas e vinte e sete páginas, que apenas seriam editadas vinte e dois anos mais tarde. E pronto: estes são os factos palpáveis da vida de Tryggve Thorstvedt.

Ao contrário da escassez factual, abundam teorias e especulações. Neste campo, e analisando algumas pistas encontradas ao longo de Memória de Arktos, pode dizer-se com alguma certeza que Tryggve Thorstved é filho único de pai pescador e mãe professora, tendo passado a infância entre viagens de barco pelos fiordes e leituras de livros de viagens e aventuras. Já com menos segurança, podemos inferir que terá tido estudos nas áreas da literatura, geografia e astronomia, domínios onde revela bastante conhecimento.(...) E porque viajou Tryggve? A fuga à segunda guerra mundial é a hipótese mais plausível para esta viagem de mais de dez anos. Outras existiram, por certo, suficientemente fortes para alimentar a errância de Thorstvedt. (...) O seu desaparecimento levanta ainda mais questões: terá morrido em Jan Mayen? Ou terá fugido para o Canadá? E se sim, como conseguiu lá chegar? Como conseguiu sobreviver? As respostas não existem e o mistério permanece por resolver. Thorstvedt nunca mais foi visto e não há qualquer dado suficientemente sólido para garantir que foi ele quem enviou o seu livro à editora norueguesa. Mas, ao fim e ao cabo, talvez nada disso interesse.


Kjell-Henrik Halvard
(tradução da nota introdutória de Memory Of Arktos, Ed. Eutron Books, Ltd, 2007.)
 
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as cidades num instante (3) - lyon. #11
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Fête des Lumières, Fourvière.


voltar ao princípio.

voltar a casa.
 
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as cidades num instante (3) - lyon. #9
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Quai Romain Rolland.


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as cidades num instante (3) - lyon. #10
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Palais de la Justice, Place Paul Duquaire


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as cidades num instante (3) - lyon. #8
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Quai Claude Bernard.

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as cidades num instante (3) - lyon. #7
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Saint Michel l'Archange, Fourvière.


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as cidades num instante (3) - lyon. #6
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Fourvière, Fête des Lumières.


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as cidades num instante (3) - lyon. #5
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Hôtel-Dieu, visto da Pont Guillotière.


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as cidades num instante (3) - lyon. #4
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Place du Petit Collège.


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as cidades num instante (3) - lyon. #3
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Restaurant de Fourvière.



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as cidades num instante (3) - lyon. #2
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Cours Lafayette.



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as cidades num instante (3) - lyon. #1
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Place Bellecour.



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as cidades num instante (3) - lyon. #0
texto de Maria Filomena Fernandes Teixeira.*


Levas um guia de minúcias para combater os instantes – ó traição – da deriva para a margem de lá, onde já foste tu, exactamente como um ângulo, completamente como um círculo. É este o horizonte que evitas quando, ao dobrar uns semáforos, dás de caras com o Rhône. Aumentas o volume do auto-rádio menos para escutares do que para não veres. Não conheceres a música desampara-te e mudas de estação. Brel, Moustaki, Juliette Gréco, só nalguma Radio Nostalgie. Então, aí tens o rio novamente. É já outro, mais domesticado, menos assustador, em tributo ao nome feminino: La Saône. Sais do carro e enfrentas a visão das águas. Só por comparação com o Rhône é que é pacífica a adjectivação interior. Não, nada tem do terror do Douro de Inverno, mas tem muito da brandura traiçoeira do Douro perto das barragens que íamos ver aos Domingos de Verão. Recompões-te deste deslize do pensamento olhando para o longe, para o muro coroado de um friso de tendas metálicas que expõem livros velhos. Não podes evitá-lo: parecem “bouquinistes” do Sena em Paris, por onde passávamos por pura obdiência a um ritual, tão raramente comprávamos alguma coisa. Ergues os olhos para a colina, cuja súbita evocação de Praga te recusas a admitir, por saberes que desabrochará tons dos Outonos. Baixas o olhar ainda preso ao fundo da vontade e lá estão as fachadas das cidades do norte de Itália, aquelas donde vieram os primeiros animadores da indústria e comércio da seda, pilar da economia lionesa do Renascimento ao século XIX. Entras numa livraria, uma das muitas que te recomendaram. Logo à entrada, as sugestões em inglês. Sinal do crepúsculo do fancês que não sei se nos recusávamos a aceitar ou se já lamentávamos. Procuras a secção dos clássicos franceses, esses mesmos que te custa acreditar que tão poucos lêem. Deténs-te num volume de que apenas vislumbraste um nome: Rimbaud. Abre-lo no título “Une Saison en Enfer”. O que é que sentimos que os poetas não tenham dito ainda? Permaneces em frente dessa estante cheia ds nomes que juntos admirávamos e lá no fundo queríamos imitar, senão na arte pelo menos na vida. Sorris desta cúmplice banalidade. Deixas-te ir pelo chamamento dos anúncios da secção de viagens. Mergulhas nas colecções e colecções de guias que abrem a França à variedade de bolsas, gostos e necessidades e eis as jornadas gastronómicas, os caminhos de montanha a pé, de bicicleta, as descidas de “rafting boat”, os safaris fotográficos, os giros literários. Um título semi roubado a Saint-Exupéry convida-te a ver o país “a vol d'oiseau”. Depois os mapas. Sempre gostaste de mapas. Não resistes e acaricias o trajecto que noutro mapa, noutro tempo sublinhámos a marcador e que nos levaria a Lyon. Decides-te por um guia da cidade. Descansas numa esplanada da Place du Change, notas a multiplicação dos sinais de vida a pulsar em teu redor. Abres alas de silêncio entre a multidão que se cruza sob o teu olhar e folheias o guia. Impossível que as nossas cidades apareçam tão vivas e palpitantes nesta cidade e que nem sequer o suspeitem os outros tantos visitantes nem o registe nenhum roteiro. Como dizer aos senhores das agências de viagens que nos deveriam incluir nos itinerários das pontes, nos reflexos nascentes e poentes, nos murmúrios das ruas, ainda que como sombras de uma história? Sim, como dizê-lo sem que se acenda o ridículo ou a indiferença? Incrível que as nossas cidade existam em Lyon sem ti.



* in Suplemento FUGAS, jornal Público, num sábado de Março de 2001.



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a cidade num instante (3) - lyon.

Durante algum tempo da minha vida, tive o privilégio de viver em Lyon, uma das cidades de onde sou. A minha memória poética ainda por lá anda. Em certas alturas do ano, aparece-me com a nitidez dos dias inesquecíveis. Diz-me que quando passeia pelas ruas de Vieux Lyon, estreitas e coloridas, aproveita para regressar a uma casa na Rue Saint Jean, que se abre com o código dois três sete quatro. Outras vezes, dá-me conta das suas idas preguiçosas aos cafés que frequenta desde sempre: o Le Regent, a Georges, o Chanteclère e o Comptoir Mimi. É memória pertinente: relembra-me as cores do fim de tarde, quando o sol desaparece nas costas da colina e a cidade fica misteriosa; pergunta-me se me lembro do nome de pontes, de ruas, de praças, do lugar exacto onde a Saône e o Rhône, os dois rios da cidade, se unem. Fala-me de idas à Ópera e passeios pelo Parc de la Tête D'Or. Ao domingo é vê-la em Gerland, a torcer pelo l'OL. Memória imaginativa, conta-me histórias de mercadores de seda, de tipógrafos e de cozinheiros. Inventa citações que atribui a Rabelais. Fala-me do trabalho de Tony Garnier e do nascimento do cinema ali para os lados de Montplaisir. Confessa-me que sonha em morar na Rue du Premier Film: quem não sonha viver numa rua com este nome? É, também, uma memória muito curiosa: consegue recordar-se do Jeff Buckley a cantar no Théatre Romain de La Fourvière, com a cidade toda nas suas costas, a quatro de Julho de mil novecentos e noventa e cinco. O que acaba por ser estranho, uma vez que a minha memória poética só chegou a Lyon alguns anos depois desse inesquecível anoitecer.



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Fotografias: © Eduardo Brito
 
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duarte pinto: zamolchi, phillip!
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Zamolchi, Phillip!, 580 x 150 cm. © Duarte Pinto, 2007.

Este tríptico é uma vénia ao trabalho do realizador Sergei Eisenstein, do actor Nikolai Cherkasov e do director de fotografia Andrei Moskvi na feitura de duas obras primas: os dois Ivan, O Terrível: o primeiro de 1944 e o segundo de 1958.
A exibição destes fotogramas - impressos em medidas próximas às da tela de cinema - pretende demonstrar, mediante a
estética da recuperação de imagens, o génio, a excelência e a expresividade dos planos concebidos por Eisenstein, postos em prática por Moskvi, com a presença de Cherkasov. O primeiro fotograma é tido como o melhor plano da história do cinema (1). O segundo mostra-nos o esplendor do processo Agfacolor. O terceiro fotograma - onde é visível o perdigoto que Cherkasov liberta quando diz, precisamente, "zamolchi, Phillip!", cala-te, Phillip! - mais não é que uma demonstração não convencional e irrequieta da expressividade: uma sinédoque de todo o filme.


Duarte Pinto, in Zamolchi, Phillip! Nota de Abertura.



(1) Segundo tese defendida por Edwin James Brett no livro " Cinema and its Aesthetics", Ed. Eutron Books, 2001.
 
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